"O homem é tão bom quanto seu desenvolvimento tecnológico o permite ser."

quarta-feira, 13 de abril de 2011 4 comentários

Ok, tudo começou quando você plugou seu pendrive no computador da escola, do trabalho, da lan house ou daquele seu amigo descuidado. Tudo ocorreu normalmente: você acessou e usou seus arquivos, desconectou seu pendrive, foi para casa…
Até que, na hora de conectar o pendrive na sua máquina, você percebeu que o ícone do dispositivo havia sido alterado para uma pasta do Windows, e seu antivírus detectou vírus num tal de autorun.inf, não é mesmo? Preocupado com isso, você foi fazer scan com o antivírus e seu software eficiente deletou todos os vírus do pendrive.

Como desocultar pastas em pendrive infectado por vírus
Como desocultar pastas em pendrive infectado por vírus

Aí começaram os problemas. Suas pastas pareciam ter sumido do pendrive. Como todo bom e velho usuário de Windows, você ativou ou já havia ativado a opção de mostrar pastas ocultas e do sistema no Windows Explorer. E pensou: ótimo, agora é só clicar com o botão direito nas pastas e desmarcar a caixa “Oculto”. Pronto, problema resolvido! Mas algo diferente aconteceu dessa vez:
A caixa 'oculto', para desocultar a pasta, está desativada. FUUUUU!
A caixa 'oculto', para desocultar a pasta, está desativada. FUUUUU!
E agora, como faz para desmarcar a caixa “Oculto”, nas propriedades da pasta, se ela está desativada? A resposta é: não faça. O vírus marcou a pasta como sendo “do sistema”. Assim, não há como você desocultá-la pelas propriedades. Tá, mas e aí, o que faço? Formato o pendrive? NÃO!
A solução é utilizar o comando attrib do MS-DOS
A solução é utilizar o comando attrib do MS-DOS
Utilize o bom e velho comando attrib do MS-DOS para resolver o problema. Abra uma janela do prompt de comando (tecle WinKey + R, digite cmd e dê Enter), digite a letra da sua unidade, seguido de dois pontos, e dê Enter (se o seu pendrive estiver em E:, digite “E:”). Depois, pasta digitar attrib -s -h NomeDaPasta. Faça isso para todas as pastas. Pronto. Seja feliz!

0 comentários

Ao utilizar o comando free, no Linux, podemos verificar a utilização da memória física e da partição swap. Em condições normais, o comando free -m deve retornar isto:

root@web:~# free -m
             total       used       free     shared    buffers     cached
Mem:          1005        929         76          0         88        526
-/+ buffers/cache:        313        691
Swap:          511          0        511
Na saída do comando acima, podemos notar que o sistema operacional está utilizando 313 MB de RAM (mais 616 MB para o cache, o que é normal) e nada de swap. Após alguns dias ou semanas sem reiniciar, uma máquina Linux pode utilizar parte da swap disponível para armazenar arquivos temporários ou pouco utilizados pelo sistema. Isso não deve causar tantos problemas de desempenho, mas, se você quiser limpar a swap, o procedimento é simples:
  1. Desmonte a partição swap, com swapoff /dev/particao. O caminho /dev/particao depende da configuração do seu sistema operacional. O comando fdisk -l pode ajudar na tarefa de encontrar sua partição.
  2. Monte a partição novamente, com swapon /dev/particao, novamente prestando atenção no hard link da partição.
Pronto! Simples, não? :) Se você quer limpar a memória cache também, uma boa dica é utilizar o comando echo 3 > /proc/sys/vm/drop_caches. Essa operação deve ajudar se a sua máquina rodar aplicativos que alocam o cache do sistema e, estranhamente, não desalocam após o encerramento do processo. Veja a diferença:
root@web:~# free -m
             total       used       free     shared    buffers     cached
Mem:          1005        932         72          0         88        541
-/+ buffers/cache:        302        703
Swap:          511          0        511
root@web:~# echo 3 > /proc/sys/vm/drop_caches
root@web:~# free -m
             total       used       free     shared    buffers     cached
Mem:          1005        335        669          0          1         32
-/+ buffers/cache:        301        703
Swap:          511          0        511

0 comentários

A maioria dos usuários de Internet que já baixaram alguma coisa já se depararam com um protetor de link. Um protetor de link aparece quando, por exemplo, você tenta fazer o download de um arquivo hospedado em servidores como Rapidshare, Megaupload, 2shared, Deposit Files, Hotfile, Fileserve, Uploading e afins. Basicamente, os protetores de links pedem para você cadastrar o celular para receber ringtones ou wallpapers. Assim, as fornecedoras de conteúdo para celular ganham dinheiro, e o site de download também.

Protetor de link
Protetor de link
Muitas vezes, existe um link para download no final da página. Porém, outras vezes, aparece uma janela “Atenção: Você deve se cadastrar acima antes!“. Nesse caso, basta burlar o protetor de link.

Como burlar os protetores de links

Exemplo de protetor de link simples
Exemplo de protetor de link simples
Na maioria das vezes, o protetor de link utiliza um “mecanismo” fácil de burlar. Basta deletar o endereço imediatamente anterior ao link real. Se o link protegido for “http://paulohiga.com/protetor/?blablabla=cnNS22sd&url=http://www.megaupload.com/?d=ABCDEFG“, basta apagar o endereço da barra de endereços até o link real (http://www.megaupload.com/?d=ABCDEFG) e teclar Enter.

Protetor com link invertido

Exemplo de protetor de link invertido
Exemplo de protetor de link invertido
Em outros casos, o endereço real aparece invertido (no final do link aparece um “www//:ptth“). Se for o caso, procure o link certo no código-fonte da página (teclando Ctrl+U e depois Ctrl+F para achar o link correto), ou então, copie e cole o endereço do protetor para inverter o link no Super Inversor de Links 5000 Ultimate Edition! [/polishop]

Protetor de link codificado

Em alguns casos, o protetor pode estar com o link codificado, algo parecido com http://www.protetorlink.com/d634e5969324bc7ef5ff7e21f3cbb8f.html. Nesse caso, basta adicionar “go/” no endereço, conforme o exemplo: http://www.protetorlink.com/go/d634e5969324bc7ef5ff7e21f3cbb8f.html.

Se nada der certo…

Espere alguns minutos (geralmente um ou dois) até que o link de download seja liberado. Não há meios fáceis para saber se o usuário cadastrou o celular ou não, logo, a maioria dos sites apenas coloca um cronômetro invisível. Após certo tempo, o link de download é liberado e você poderá fazer seu download tranquilamente!
Atenção! O criador deste blog é totalmente contra a pirataria e incentiva a compra de programas, jogos, filmes, CDs e DVDs originais. Não há quaisquer garantias pelo uso desta ferramenta: use-a por sua conta e risco.

0 comentários



Montar uma rede doméstica há muito deixou de ser tarefa exclusiva para técnicos em informática. Devido a equipamentos cada vez mais baratos e fáceis de configurar, dividir o sinal da internet e conectar diferentes computadores, em geral, é um processo simples e que envolve somente a conexão de alguns poucos cabos.
A confusão se dá na hora de comprar o aparelho responsável por intermediar os sinais enviados e recebidos entre as máquinas. Para quem entra em uma loja, hubs, switches e roteadores parecem palavras sinônimas – algo reforçado por vendedores que muitas vezes não fazem ideia das funções do que vendem.
Confira abaixo uma lista das principais diferenças entre esses dispositivos e esclarecimentos sobre quando usar cada um deles.

Hub

Ampliar (Fonte da imagem: Wikimedia Commons/plugwash)O termo “hub” pode ser traduzido como “ponto central”, o que dá uma ideia bastante clara do objetivo desses aparelhos. Com a função de interligar computadores em uma rede local, o hub recebe dados vindos de um computador e os retransmite para outra máquina. Durante o processo, outros usuários ficam impossibilitados de enviar informações.
Assim, redes interligadas através de hubs costumam apresentar bastante lentidão, especialmente quando há muitas máquinas interligadas. Em uma rede com 10 máquinas, por exemplo, enquanto duas delas se comunicam, oito têm que esperar pela sua vez.
Um dispositivo do tipo pode contar com várias entradas para a conexão do cabo de rede de cada computador, e em geral é possível encontrar opções com 8, 16, 24 ou 32 portas. Porém, devido às limitações na transmissão de dados, atualmente os hubs foram completamente substituídos pelos switches.

Switch

Os switches são aparelhos bastante semelhantes aos hubs, tendo como principal diferença a forma como transmitem dados entre os computadores. Enquanto hubs reúnem o tráfego em somente uma via, um switch cria uma série de canais exclusivos em que os dados do computador de origem são recebidos somente pela máquina destino.
(Fonte da imagem: D-Link)
Com isso, a rede não fica mais congestionada com o fluxo de informações e é possível estabelecer uma série de conexões paralelas sem nenhum problema. O resultado é um maior desempenho e comunicação constante entre as máquinas, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar informações para o mesmo destinatário.
É possível encontrar no mercado switches com número variável de entrada, que podem ser conectados entre si para aumentar a rede. Como os problemas na comunicação são muito menores do que nas redes conectadas por hubs, praticamente todos foram substituídos por switches e é difícil encontrar alguma rede que ainda os utilize.
Atualmente, os aparelhos mais usados possuem o nome de “hub switch”, e possuem um preço econômico semelhante ao de um hub. Esse tipo de dispositivo é voltado principalmente para redes pequenas, com até 24 computadores.

Roteador

(Fonte da imagem: Linksys)Usados em redes de maior porte, os roteadores têm como principal vantagem atuar de forma mais inteligente que os switches. Além de estabelecer a comunicação entre duas máquinas, esses dispositivos também possuem a capacidade de escolher a melhor rota que a informação deve seguir até seu destino. Com isso, a velocidade de transferência é maior e a perda de dados durante a transmissão diminui consideravelmente.
São dois tipos de roteadores disponíveis no mercado, os estáticos e os dinâmicos. O primeiro sempre escolhe o menor caminho para enviar os dados, sem considerar se há alguma espécie de congestionamento. Já o segundo tipo detecta obstáculos e encontra sempre a rota mais rápida para enviar dados, mesmo que o caminho percorrido seja maior.
Outra vantagem dos roteadores é a capacidade de interligar redes, tornando-os uma opção atrativa para grandes empresas. Alguns aparelhos também vêm equipados com recursos extras, como firewalls capazes de bloquear o envio de conteúdos indesejados entre as máquinas interligadas.
Aliado a outros dispositivos, os roteadores são essenciais para o funcionamento da internet. Ao permitir que diversas pequenas redes conversem entre si, os aparelhos fazem com que informações deixem de estar confinadas a um ambiente local e sejam compartilhadas por usuários espalhados por todo o mundo.

1 comentários

Post image of Elegantes teclados de edição de áudio para Cubase, Pro Tools e Logic
 
Os mais elegantes teclados de edição de áudio do mercado, inspirado no teclado da Apple, são desenvolvidos para facilitar o trabalho no estúdio, compostos com todos os atalhos e teclas de atalho que você precisa ao seu alcance, tornando a edição mais rápida e fácil, sem comprometer a qualidade.
Cubase

Pro Tools

Logic

Os teclados também possuem duas portas USB extras que você pode usar para se conectar pen drives, mouses e outros acessórios.
Com os teclados dedicados da Editors Keys você pode economizar até 40% do seu tempo de trabalho.
Todos os teclados são compatíveis com Mac e PC

sexta-feira, 18 de março de 2011 0 comentários

Como nos últimos dias muitas pessoas estão perguntando como colocar ou tirar as músicas do iPod eu resolvi criar esse tutorial com fotos, pra todo mundo entender de uma vez por todas. Como vendi meu iPod, roubei o da minha mãe pra tirar as screens.
O primeiro passo
Descobrir se o seu iPod está com a sincronização manual ou automática. Quando vc utiliza o iTunes pela primeira vez depois de formatar o iPod ele irá perguntar como vc quer. Mas se vc não lembra ou não sabe, siga esses passos:
1- Conecte o iPod no computador e abra o iTunes. O ícone com o nome do seu iPod deverá aparecer do lado esquerdo da tela. Clique com o botão direito do mouse nele e clique em iPod Options.

2-Uma janela como a abaixo vai aparecer. E na aba iPod/Music estará marcado se o iPod atualiza automaticamente ou manualmente.

PARA QUEM USA SYNC MANUAL
Colocar as músicas:
Adicione as músicas na sua Library e depois você vai ter que arrastar as músicas que vc quer pra o ícone do iPod. Ou ainda, arrastar pastas direto de outras janelas para o ícone do iPod.

A vantagem de usar a sync manual é que vc pode fazer isso em quantos computadores quiser. Passando músicas de amigos, sem ter suas músicas deletadas. Por outro lado, atualizações nas tags das músicas devem ser feitas NO IPOD e na LIBRARY, pois as alterações não são passadas pro iPod.
Tirar as músicas:
Para tirar as músicas do iPod clique no ícone com o nome do seu iPod no menu do lado esquerdo do iTunes. Lá há uma lista com todas as músicas que estão no iPod (durr). Clique com o botão direito do mouse e em [b]clear[/b]. Pronto, sua música já foi deletada.

PARA QUEM USA SYNC AUTOMÁTICA:
Colocar as músicas:
Quem usa a sync automática terá sua library copiada pro iPod. Ou seja, todas as músicas da Library serão automaticamente copiadas a cada vez que vc conectar o iPod no computador. Qualquer alteração nas tags ou inclusão de capinhas tbm farão com que a música do iPod seja alterada.
Quem tem músicas a mais na Library do que a capacidade do iPod ou que não quer que algumas músicas sejam copiadas pro iPod pode marcar a opção Only update checked songs (2ª imagem). Assim, apenas as músicas marcadas com o quadradinho azul serão copiadas pro iPod.

Tirar as músicas:
Para tirar as músicas ou vc vai ter que tirá-la da Library ou desmarcar o quadrado azul, como foi mostrado na figura acima (necessário marcar a opção). Para deletar uma música da Library simplesmente clique com o botão direito em uma música e em Clear.
Pronto. Ufa!

1 comentários

O Facebook é uma rede social, e redes sociais remetem à comunicação livre, sem hierarquia e sem censura. Porém, há algumas pessoas que não possuem a menor noção da linguagem que ela usa, principalmente ao deixar um comentário no seu Mural, o que pode acabar ofendendo alguém ou alguma empresa. Se a sua Fan Page é vítima constante dos comentários maldosos, saiba como bloquear este tipo de ação e manter a educação em sua página.
Passo 1. Acesse a página que você administra e deseja bloquear o Mural para comentários.
Passo 2. Clique em “Editar informações”, logo abaixo do nome da Fan Page.
Passo 3. Vá até o menu “Gerenciar permissões”.
Passo 4. Desabilite a caixa “Usuários podem escrever ou publicar conteúdo no Mural”. Caso deseje bloquear as demais funções, fica a seu critério.
Passo 5. É possível inserir algumas palavras que serão automaticamente classificadas como spam se inseridas em algum comentário em sua Fan Page, útil, por exemplo, para quando houver uso de palavrões ou termos mais pesados. Você pode inserir essa palavras-chave no quadro “Lista de bloqueio de moderação”.
Auto moderação de fanpages (Foto: Reprodução/Camila Porto)Auto moderação de Fan Pages (Foto: Reprodução/Camila Porto)

Passo 6. Por fim, escolha qual o nível de tolerância do Facebook quando à moderação automática da sua Fan Page. Assim, palavras classificadas como altamente ofensivas ou até as mais brandas, mas sinalizadas como ofensivas, podem ser moderadas.
A intenção deste post não é fomentar a censura a nenhuma pessoa ou opinião. A ideia central é evitar que pessoas abusem de sua liberdade de expressão e ofendam os demais.

0 comentários


Por diversos motivos, há quem se recuse a atualizar sua versão do Windows quando o computador sugere realizar o update automático. Entretanto, saiba que deixar de dedicar alguns minutos para fazer os aperfeiçoamentos necessários pode, no futuro, comprometer o desempenho de sua máquina.
Para quem usa o Windows 7, lançado oficialmente em 2009, já é possível instalar o primeiro pacote de atualizações, o SP1. Com ele, seu sistema operacional ganhará melhorias em segurança, desempenho, estabilidade, e te dará mais confiabilidade para impressões com o Visualizador XPS, conexão a dispositivos de áudio HDMI, assim como o novo recurso de restaurações de pastas no Windows Explorer depois de uma reinicialização do sistema.
A instalação do SP1 leva entre 30 e 45 minutos e você precisará ter espaço de disco suficiente para realizá-la (grande parte dos megabytes serão liberados para você quando for concluída a atualização). No caso de realizar o procedimento via Windows Update, serão baixados 750 MB pra a versão 32 bits, ou 1.050 MB para a versão 64 bits do Windows 7. No caso de você decidir baixar o pacote no site da Microsoft ou através de um DVD de instalação, os requisitos são maiores: 4.100 Mb para 32 bits e 7.400 Mb para 64 bits.
Confira este tutorial do TechTudo e saiba como instalar o SP1 em seu Windows 7 pela maneira mais recomendada e simples: via Windows Update.
Passo 1. Certifique-se de que o SP1 já não foi instalado automaticamente. Para isso, abra o Menu Iniciar, clique com o botão direito sobre “Computador” e, depois, com o esquerdo em “Propriedades”. Se não aparecer SP1 escrito na área de “Windows Edition”, será necessário baixar a atualização;
  •  
Imagem mostra Windows 7 ainda desatualizado (Foto: Reprodução)Imagem mostra Windows 7 ainda desatualizado (Foto: Reprodução)
Passo 2. Acesse o Menu Iniciar novamente, vá a "Painel de Controle" > "Sistema e Segurança" > "Windows Update";
Passo 3. No canto esquerdo da tela, clique em “Procurar atualizações”. Aguarde enquanto o Windows busca os pacotes disponíveis;
Passo 4. Quando a tela abaixo for exibida, clique em “atualizações importantes disponíveis" (o número variará de acordo com as atualizações que você ainda não instalou);
Clique em "atualizações importantes disponíveis" para buscar o SP1 (Foto: Reprodução)Clique em "atualizações importantes disponíveis" para buscar o SP1 (Foto: Reprodução)
Passo 5. Marque a caixa da opção que possui o Windows 7 Service Pack 1, clique em OK e, em seguida, “Iniciar instalação”;
Marque a opção que contenha o SP1 (Foto: Reprodução)Marque a opção que contenha o SP1 (Foto: Reprodução)
Passo 6. Aguarde enquanto o Windows Update faz download do SP1. Terminado o download, será necessário reiniciar o computador. Salve o que você estiver fazendo e então clique em “Reiniciar agora”;
É necessário reiniciar a máquina para seguir com a instalação (Foto: Reprodução)É necessário reiniciar a máquina para seguir com a instalação (Foto: Reprodução)
Passo 7. Durante o reboot, o Windows instalará automaticamente o SP1. Terminada a inicialização do sistema, vá ao Menu Iniciar e clique com o botão direito sobre “Computador”. Se a instalação foi concluída com sucesso, deverá aparecer o Service Pack 1 em “Windows Edition”, como na imagem abaixo.
Windows 7 Service Pack 1 instalado com êxito (Foto: Reprodução)Windows 7 Service Pack 1 instalado com êxito (Foto: Reprodução)